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Ódio nosso de cada dia, Amaldiçoado seja o rancor que nos consome, Esperar a compaixão do próximo, É o mesmo que por a comida no prato, E mesmo assim morrer de fome. Desincorajada seja nossa ira, Que o orgulho não nos afogue, E na busca eterna pela redenção, Sejamos aqueles que vencem, E não mais dos irmãos nossos que morrem. Não damos o valor que o pecado merece, Enquanto joga a sujeira pra debaixo do tapete, Finge que seu lado sombrio não existe, Enquanto seu espírito apodrece.
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