solidão
No final... Sem pedal... Sem papel... Sentimental... A dor é brusca A mão sua Os olhos nem piscam E a dor acumula... É uma perca... Varias percas... Sumiço de pequenas peças que nunca estarão nos achados e perdidos... Apagados... Sua mente está em perigo... Seu peito ferido com uma bala de de fogo... Nada mais te traz conforto Tudo é torto... Sua paz agora é um morto... Quem será esse indigente? Sem semblante... Vagando em meio ambiente Por que tão de repente? É doloroso vê-la como oponente Agora eu corro... Esse caminho longo desse cômodo... Pesando os pés sem me importar com o morto... Nosso caminho já é outro Mas eu não acredito... Desacreditante... Eu era pertencente... Mas agora o nada é quem me entende... Eu acho que estou pisoteando o oponente... Mas nunca vou sair dessa Do ciclo que nunca me interessa Da pedra que sempre me acerta... No final... sempre sou eu... A solitária...vagando pela imensa floresta
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