solidão.
A sombra cresce, longa e fria, Enquanto o sol se põe, sem alegria. Um silêncio ecoa, profundo e vasto, Um vazio imenso, em meu peito agastado. A solidão me veste, manto pesado, Um fardo silencioso, amargo e cansado. Os passos soam, lentos e distantes, Em um labirinto de momentos constantes. A alma anseia por um toque, uma voz, Um calor humano, que a alma acalantoz. Mas o eco responde, em tom frio e surdo, Deixando a solidão, como um nó no mundo.
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