aprisionada em mim
Todos os dias são iguais, a mesma rotina, mas agora com uma sombra a me atormentar. Não posso fazer muito, a não ser me lamentar. Choro sem parar, sinto como se fosse uma facada no peito, que acerta em cheio, bem no meio do meu coração. Estou sozinha, com a companhia da solidão e da depressão, e o peso nas costas me relembra que eu fui esquecida, aumentando ainda mais minha ferida. Eu quero sumir, eu quero chorar, eu quero gritar até, finalmente, alguém me escutar e me ajudar. Mas como, se eu não sei desabafar? O que me resta... É me deitar e tentar esquecer esse maldito sentimento que me leva ao sofrimento.
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