Amor...?
O que era o amor? O amor era bom? O amor era justo? O que é amar? Era essas perguntas rondavam a minha mente com uma frequência estonteante. Eu não sabia o que era o amor, não sabia amar e ser amado. Mas num dia qualquer, eu o vi. O amor tinha olhos mais inexplicáveis que eu já pude observar, eu vi as estrelas, constelações, a natureza, e tudo de mais puro e celestial que havia abaixo do céu. O amor tinha o sorriso que iluminava o dia, tinha o corpo perfeito, apesar da insegurança sobre ele, era até injusto, inacreditável, irreal. O amor era a arte que morava nele. Era mais suave que obras de Van gogh; Detalhado como obras de Da Vinci; Era melancólico as paisagens de Ivan Aivazowsky; Maluco como as obras de salvador Dalí; Surreal como as obras de Klimt; Delicado como as obras de Claude Monet; Inefável como obras de Picasso. Ele era arte, e eu amava museus.
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