A ociosidade da vida
Quantas vezes Saqueou-me a vida? Dos cintilantes desejos reprimidos A tola alegria que consumia meus dias A ferver amores pelas interinas migalhas Passado inevitável Que sangra na pueri mente Que não acabará a metamorfose Ficará presa no corpo Que não é teu Sem perceber a morte
Ad
Poetry Books 50% Off
Bestselling collections from top poets
Shop Now →
